domingo, 25 de outubro de 2009

CRÔNICA QUANTO AOS SEUS DISCURSOS

crônica

Sobre o ponto de vista textual e em sua elaboração enquanto escrita atende aos quatro tipos textuais mas vale dizer que nem sempre encontraremo-as em em uma úncica forma textual. Econtramos descritivas; narrativas; dialogadas ou dissertativa. Dethalhe há um predomínio intenso de alguns desses tipos textuais. Vejamos:


crônica descritiva

Ao tomar detreminado objeto, acontecimento, ou pessoa como assunto na crônica, o narrador se atém a caracterizar os detalhes. Ele evita moralizar ou filosofazar a partir deles. É um tipo raro, porque não manifesta a subjetividade, perpesctiva pessoal - isso é vital para a crõnica. Um exemplo para essa categoria pode ser a crônica " Quarto de moça" de Rubem Braga (1999, p.145-146).


crônica narrativa

Organizada como uma narrativa há começo, meio e fim. Aparecem personagens, diálogos e ação. Pode narrar fatos verídicos ou fccionais. No segundo caso aproxima-se do conto. O foto narrativo não é exclusivo, ou seja pode ser narrada em primeira como em terceira. Como exemplo cito a crônica " A vinda do Filho" de Fernando Sabino (1983, p.129.131).


crônica dissertativa


Desenvolve ideias e pontos de vista do cronista a partir de argumentos lógicos e racionais. Por expor e defender valores axiólogicos do escritor-cronista, redigida em primeira pessoa tanto no singular quanto no plural. Raramente um ponto de vista neutro, como o de tereceira pessoa do singular. Aproxima-se do ensaio, dele diferenciando-se por ser sitética e ppessoal.
Pode assumir tratamento sério como também paródico ou irônico. Tem como assunto questões de foro íntimo, quanto sociais ou políticas. "Feriados", de Carlos Drumond de Andrade (ANDRADE, 1970,p.65)


crônica dialogada


Exemplo mais raro de crônica, mas existe. É aquela em que o narrador desaparece do tecido textual e deixa apenas o diálogo entre as personagenscontar a história. Ou aparece reduzido a intervenções mínimas de distribuição das falas, sem expressar sua posição avaliadora ou critica. Como exemplo cito Luis Fernando Verissimo é um cronista hábil na construção desse tipo de texto e dele podemos citar a crônica "Lixo", que se encontra em O Melhor das Comédias da Vida Privada (VER´RISSIMO, 2004, p. 87-90)


crônica mistas

Trata-se de um tipo híbrido de texto, em que presentes características tanto crônica narrativa quanto decritiva, dissertativa e a dialogada. è o tipo mais frequente. Uma das mais belas crônicas de Rubem Braga, "Recado ao senhor 903", é um exemplo deste tipo (BRAGA, 1998, p. 178-179)



Referente ao tratamento do assunto

Todos tipos textuais (narração, descrição, diálogo e dissertação) pode receber diferentes tratamentos de estilo e concepção de texto.


crônica humorística

Quando relata o cotidiano particular ou da sociedade a crônica apresenta o ângulo da comicidade e do humor. Por vezes, a crítica social (seja dos caracterers, seja dos costumes) aparece no tom irônico da representação e da análise, ou na paródia a discursos sociais estabelecidos . Importante e numerosa, as crônicas humorísticas brasileiras obtêm bastante sucesso junto ao público leitor. As crônicas do livro O Melhor das Comédias da Vida Privada (2004), de Luis Fernando Verissimo se enquadram nesta classificação.


crônica lírica ou poética


A marca distintiva é o posicionamento subjetivo do narrador, e por vezes do próprio escritor passa a ser o marco nessa crõnica. A subjetividade se manifesta no modo como a escrita revela seus sentimentos, valores e modo de interpretar a vida. Com frequência a crônica lírica vem com a linguagem figurada, a metáfora e a exploração da sonoridadeda frase são constantes. há também um tom e uma atmosfera nostálgicos e sentimentais que tornam a narrativa sensibilizadora para o leitor. Os motivos para esse tipo de crônica estão na natureza, no ser humano (homem ou mulher, velho, criança), na presença da vida, da morte, do amor e da literatura. E o seutexto pode ser em prosa ou em verso. Exemplos entre muitos "Sobre o amor , desamor..." Rubem Braga"(1998, p.211).


crônica reflexiva

Tipo particular no qual apresenta exclusivamente, sob formato dissertativo, reflexões de ordem filósófica sobre a natureza e a constituição da vida humana. Pode ter origem em algum fato particular, mas logo sobrpõe a ele as ideias e conjecturas a respeito que podem chegar a enfoque metafísico. Carlos Drummond de Andrade escreveu muitas com este tratamento. Exemplo, "Diante do Carnaval", do livro Fala amendoeira (ANDRADE, 1970, p.68-70).


crônica jornalística

No momento, há uma tendencia literária no texto jornalístico. sem perder de vista assuntos e funções do texto tipicamente jornalísticas (informação, opinião, relato) o estilo das reportagens e comentarios ganha uma linguagem figurada, jogos de palavras e recursos típicos do texto literário. A crônica ganha esta roupagem literária mesmo tratando de assuntos como a política, o esporte, a cultura (teatro, cinema, literatura, artes pásticas, folclore, etc.), os crimes, a vida social. É o chamado jornalismo literário (cf.LIMA, 2004).


Dedico esse pequeno estudo à professora Marta Morais da Costa. Visto que a partir desse conteúdo coloco em prática meu aprendizado. Obrigada.



Língua portuguesa última flor do Lácio

Língua potuguesa
Olavo Bilac

Última flor do Lácio, inculta e bela,
És a um tempo, esplendor e sepultura:
Ouro nativo, que na ganga impura
A bruta mina entre cascalhos vela...

Amo-ti assim, desconhecida e obscura,
Tuba de alto clangor, lira singela,
Que tens o trom e o silvo da procela
E o arrolo da saudade e da ternura!

Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selva e de oceano largo!
Amo-te, ó rude e doloroso ídioma,
Em que da Voz materna ouvi: "meu filho!"
E em que Camões chorou, no exílio amargo,
O gênio sem ventura e o amor sem brilho!

sábado, 24 de outubro de 2009

Por que / Por quê / Porque / ou Porquê?

Por que / Por quê / Porque / ou Porquê?

Vejamos:

Por que (separado)
dois empregos diferenciados!!Junção preposição por + pronome interrogativo/indefinido que passa significar por qual razão/motivo?

Por que voce nao vai à aula? (por qual razão)
Não sei por que não quero ir. (por qual motivo)

Na situação que passa a significar pelo qual em gênero e flexão. Ex.:pela(O) /(S) qual (is)?



Por quê
Sempre que vier antes de um sinal de pontuação ?, !, ou seja terá significado por qual motivo/razão.

Vocês não comeram tudo? Por quê?
Andar cinco quilõmetros, por quê? Vamos de carro.


Porque
Conjunção causa/explicativa com valor de pois.

Não fui ao cinema porque tenho que estudar para a prova. (pois)
Não vá fazer intrigas porque prejudicará você mesmo. (uma vez que)


Porquê
Ele é substantivo tem significado de (o motivo), (a razão). Vem acompanhado de artigo, pronome adjetivo ou numeral.

Diga-me um porquê para nao fazer o que devo. (uma razão)

O porquê de nao estar conversando é porque quero estar concentrada. (motivo)


ESCOLA DO ENSINO FUNDAMENTAL alunos que foram ao jornal e à rádio!! 2009

















O local do estágio curricular do Ensino Fundamental foi nessa escola. A turma do estudo da narrativa que no final trancreveram e passaram a ser autores das Histórias clássicas em HQs são estudantes dessa acolhedora escola . Foram mencionados na postagem anterior àqueles que foram ao jornal e foram chamados a falar na rádio!!



Só para conhecerem um pouco!!

Música da Crase...

CRASE

Musiquinha da crase

Use crase para lembrar dos casos em que não usa a crase

A + masculino crase é pepino
A + ação crase é marcação
A + pronome crase passa fome
A + numeral crase passa mal

gurizada deixa disso ...
vou ensinar pra vocês...


Venho Da? crase há
Venho De? crase para que?

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Lembranças do período de graduação


Estágio Curricular Ensino Fundamental

Projeto de Extensão à Comunidade Escolar

Desenvolvido estudo da narrativa com leituras de clássicos da literatura infanto-juvenil. Após o estudo da estrutura da linguagem dos Hqs, desenvolveram a interpretação das histórias selecionadas por apresentarem: espaço; personagens; tempo cronológico, psicológico, etc Adequadas a compreensão e reprodução em Hqs. Desenvolveram narrativas do conto, fábula, crônica, lenda, mito. Como Mãe d'água, O Chapeuzinho Vermelho, Fragmento de Alice no país das Maravilhas, O Assalto, Boto-rosa, em Hqs O estudo sobre HQs, charge, tiras desenvolvido na turma foi ilustrado com uma palestra de um chargista do jornal local. Esse encontro seria a culminancia do projeto visto que o chargista apresentou aos alunos um Manga, atrativo de acordo com o estudo dos HQs Estiveram presentes cerca de oitenta e seis estudantes da quinta-serie do ensino fundamental. Os alunos apresentaram maior compreensão quanto à estrutura da narrativa e na produção textual verbal. Como surpresa , pelo empenho, foi organizado um passeio à redação do jornal local. Onde foram recebidos pelos profissionais de diferentes áreas os quais explicaram aos alunos : diagramação, redação, impressão, etc Nesse dia foram convidados pela equipe diretiva da rádio local a participarem de uma chamada. Falaram sobre o estudo desenvolvido '... estudamos a narrativa...'. Passaram a ser autores, desenhando o enredo das histórias clássicas em HQs. O projeto visava contribuir na escrita, na oralidade, na desenibização, etc Disseram na rádio que a professora conseguiu desenibi-los, tanto que estavam falando ao vivo!! A proposta do projeto obteve sucesso visto à participação da turma. Suas produções em HQs ficaram expostas na Feira de Ideias, da instituição, aberta à visita da comunidade escolar. Os alunos demonstraram melhoras no estudo desenvolvido. Suas produções textuais apresentaram significantes amadurecimento morfosintatica. Agradeço aos profissionais que dedicaram confiança em meu projeto por terem oferecido aos alunos momentos que farão parte de suas melhores lembranças.